ENAPEA – DF

30 maio, 2011 às 12:49 pm | Publicado em Sem categoria | 1 Comentário

Nascido da internet, destacando-se a comunidade DISCUTINDO ACUPUNTURA no
ORKUT, o ENAPEA – Encontro Nacional de Profissionais e Estudantes de
Acupuntura chega em sua sétima edição em Brasília, com 170 colegas presentes!
Algumas fotos em breve, no http://enapea.org , tão logo nosso estimado
colega Ephraim possa faze-lo.
Vamos levar o ENAPEA aos demais estados do Brasil, para o bem da ACUPUNTURA!

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O Rio de Janeiro já comemora oficialmente o Dia do Acupunturista!

23 maio, 2011 às 5:27 pm | Publicado em Sem categoria | 4 Comentários

Walter Galvão, Fernando Lyra Reis, Aloísio Freitas, Sohahu Bastos

Em recente encontro, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, o SINDACTA, representado pelo seu presidente Fernando Lyra Reis, e seu vice-presidente Walter Galvão, ao lado do Prof. Dr. Sohaku Bastos, Cônsul Honorário da República Democrática Socialista do Sri Lanka para o Estado do Rio de Janeiro e fundador da ABACO/SOHAKU-IN, recebeu o projeto de Lei para instituição do Dia do Acupunturista no município do Rio de Janeiro, elaborado pelo Vereador Aloisio Freitas, dentro dos mesmos princípios do que foi implantado no município de São Paulo.

Também foram apresentados argumentos contundentes na defesa da criação da profissão de nível superior em acupuntura, e na melhoria do programa de saúde do município do Rio de Janeiro, através da oferta de serviços de acupuntura e suas técnicas afins, como a auriculoterapia, em postos avançados para atendimento de famílias de comunidades. O Dr. Sohaku Bastos, aproveitou a ocasião, para fazer um importante relato histórico do processo de reconhecimento e implantação da acupuntura em nosso país.

O Vereador Aloisio Freitas sugeriu um encontro com o Subsecretário de Saúde a fim de apresentar as propostas citadas, e aproveitou para apresentar seu filho Dr. Rafael Freitas, dentista, que teve uma expressiva votação de mais de 23 mil votos para Deputado Estadual, como candidato a ser seu sucessor no importante trabalho de defesa da saúde dos cidadãos do município do Rio de Janeiro.

O Sindacta agradece a iniciativa do Vereador Aloisio Freitas e o importante apoio do Prof. Dr. Sohaku Bastos, e permanece em seu trabalho de colaborar para que a acupuntura seja, finalmente, reconhecida como uma profissão independente, com formação integral de nível superior, e que possa se desenvolver no campo da pesquisa, com a oferta de cursos stricto sensu, mestrado e doutorado., seguindo os padrões de outros países, como por exemplo o Estados Unidos da América.

DIA 23 DE MARÇO – DIA DO ACUPUNTURISTA !

I ENAPEA – Brasília – DF

21 abril, 2011 às 11:44 pm | Publicado em Sem categoria | 1 Comentário

I ENAPEA – Brasília – DF

Acupuntura/MTC – Em Defesa de um Patrimonio Cultural da Humanidade

Dia 28 de Maio – Brasília Imperial Hotel.
08:30h às 19:00h
Programação a ser divulgada em breve!
Mais info em www.sbat.org.br / www.enacdf.com.br
Inscrição: 50 reais
Banco do Brasil
Sociedade Brasileira de Acupuntura Tradicional – SBAT
ag: 2945-9
c.c: 21755-7
Efetuar a transferência bancária com os dados acima e enviar o comprovante para o email: enapeadf

Solidariedade tratada com agulhas

6 março, 2011 às 7:21 am | Publicado em entrevistas, notícias | 5 Comentários
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Solidariedade tratada com agulhas

Como a tragédia da Região Serrana tem recebido suporte de saúde de um Acupunturista semi-solitário

Arnaldo V. Carvalho para o Sindacta

Seu nome é Daniel Luz. Acupunturista conhecido no Rio de Janeiro, respeitado em todo o país por seus estudos e ensinamentos – Daniel aprende e ensina eternamente  – tanto na teoria como na prática. Diante da tragédia da Região Serrana, não pensou duas vezes, e como poucos partiu com o que sabia para

Padre Thiago, que abriu as portas de sua igreja para os desabrigados e profissionais de saúde voluntários recebe tratamento após noites sem dormir atuando na tragédia.

ajudar. O resultado foi uma experiência riquíssima, onde segundo o próprio ficou demonstrado que “a acupuntura parece ter em situações de emergência um resultado ainda mais impressionante que no cotidiano”. Em seu Blog, onde relata a experiência, há inúmeros exemplos de pessoas atendidas com resultados acima de qualquer expectativa. Daniel não parou em si mesmo: convocou voluntários, buscou parcerias. Um padre lhe abriu a Igreja; profissionais do exterior lhe forneceram milhares de agulhas de acupuntura; Enomoto Jógi, outro acupunturista de renome, veio de São Paulo para ajudar. O esforço foi amplamente divulgado nas comunidades de acupuntura, aplaudido… E apareceram umais umas poucas pessoas. Mesmo ao mais inexperiente, Daniel se prestou a ensinar técnicas próprias para situações como aquelas. O trabalho se multiplicou e vem incentivando outras pessoas a fazerem o mesmo. Hoje a impressão é que o trabalho de um homem só é o de uma equipe inteira. Sua Brigada Serrana de Acupuntura (BSA) vem sendo conhecida pelo Brasil e exterior, e é modelo para que possamos agir de um

modo diferente do convencional. A acupuntura vem para se somar às demais práticas de saúde não só nos consultórios, mas

também em emergência. Daniel Luz, que iluminou a vida de muitos nesses tempos difíceis, falou ao Sindacta.

1. Como a acupuntura pode ser útil em casos como o da Região Serrana?

Em atendimento improvisado na Igreja, médicos, acupunturistas, fisioterapeutas, massoterapeutas e enfermeiras trabalham UNIDOS PELO BEM MAIOR!

DANIEL: A acupuntura não criou uma dissociação entre “fisiológico” e “psicológico”. Por isso, numa situação de traumas múltiplos (afetivos e corporais) é o tratamento ideal, atendendo às várias necessidades do enfermo no mesmo tratamento. Outra característica importante é que a medicina chinesa tira da singularidade do sujeito, com suas forças e fraquezas específicas, a informação crucial para determinar o tratamento. Isso implica no reconhecimento pessoal do paciente e evita a despersonalização do atendimento, queixa frequente de usuários de serviços públicos de saúde.

2. Como surgiu a idéia da Brigada Serrana de Acupuntura?
DANIEL: A  idéia de uma “Brigada Serrana de Acupuntura” (BSA) me veio a partir da experiência pessoal de atendimento entre os dias 20 e 23 de janeiro, em Teresópolis, depois da catástrofe serrana do Rio de Janeiro. Em três locais diferentes, pude cuidar, por meio  da acupuntura e outras modalidades de intervenção em saúde da medicina tradicional chinesa, de desabrigados e voluntários. Constatei duas coisas: primeiro, a fenomenal eficácia dos tratamentos; segundo, a insignificância, dada a dimensão do ocorrido, de uma ação assistencialista isolada.

Ficou claro para mim que seria necessário montar um serviço de atendimento continuado para os envolvidos, pois mesmo os aspectos básicos da vida concreta como moradia, trabalho e inserção numa comunidade não tem perspectiva de se resolver sequer a médio prazo. Que dizer, então, do dano à saúde causado pelos traumas que as enchentes provocaram?

3. Como é o trabalho que a Brigada realiza?

Daniel: O trabalho terapêutico consiste na aplicação de atendimentos que combinam massagem, waiqi liaofa, acupuntura japonesa das escolas de Nagano, Manaka, Denmei e outros, bem como acupuntura do yijing de Chen Chao e acupuntura da escola da família Tong. O resultado visado e condição para dar a consulta por encerrada é obter um mínimo de 60% de melhora, como recomendado por Kiiko Matsumoto. Sendo impossível a melhora imediata (por exemplo: lesões na pele), esta é avaliada pela redução da dor em pontos associados no abdome ou outros pontos, específicos para caso.

Tais atendimentos obedecem a um esquema simples de estratégia terapêutica. Se esse esquema não der o resultado esperado, o terapeuta lança mão dos procedimentos que habitualmente segue em sua prática clínica pessoal, anotando as medidas adotadas e seus efeitos.

4. Por quanto tempo o projeto deverá estar em ação? Há planos de continuidade ou expansão?

Daniel: Bom, o projeto deveria ficar em ação por pelo menos 6 meses, idealmente um ano. A idéia é reunir voluntários e formar núcleos que dominem um repertório de estratégias terapêuticas simples porém eficazes e espalhá-los pelas comunidades afetadas, com autonomia para estabelecerem parcerias locais para abrigar a iniciativa (igrejas, colégios, associações, ONGs locais, prefeituras…). Esses núcleos teriam apoio em reuniões no Rio ou em Teresópolis, nos finais de semana. Esse apoio seria no sentido da supervisão, discussão de casos, revisão de protocolos e correção das técnicas. O apoio também seria prestado através da internet, claro.

Minha questão é atrair os voluntários, coisa que não está nada fácil. Vou trabalhar bastante o tema “capacitação e trabalho de campo” em nosso blog para ver se consigo captar mais pessoas. Estou confiante que a sua matéria vai ajudar e trazer mais algumas pessoas para se agregarem a esse trabalho tão necessário e tão eficaz. Esta semana tive pouco tempo para pôr as atualizações, mas n ofinal de semana devo subir uns vídeos realmente fortes, além do álbum de fotos etc.

É pena a ANVISA me impedir de receber doações; um pacote vindo dos EUA foi devolvido ao remetente, sem mais explicações. Suponho que fossem agulhas de acupuntura.


5. Como ser voluntário e que retornos o acupunturista deve esperar ao participar de um projeto como esse?

Enomoto Jógi: Primeiro voluntário é de São Paulo

Daniel: Para ingressar na Brigada, os voluntários (estudantes de acupuntura, fitoterapia, moxabustão, auriculoterapia, massoterapia, shiatsu, tui na, professores de t’ai  chi ch’uan ou de outras formas de exercícios chineses) devem passar por dois encontros para tomarem ciência do trabalho, seu significado e implicações e se familiarizarem com os protocolos de atendimento. Nesses dois encontros os voluntários são avaliados em função da contribuição que podem trazer e, a partir daí, inseridos no ambulatório.

Trata-se de um trabalho interessante para aqueles da área da medicina chinesa que tenham vocação solidária e para quem não se satisfaz em meramente amaldiçoar certos políticos, ou culpar “o Homem” pela deterioração do meio-ambiente. A BSA oferece a oportunidade de somar esforços e fazer a diferença na vida de centenas de pessoas. Além disso, o trabalho na BSA também representa uma oportunidade única de aperfeiçoamento profissional, através do treinamento e da prática ambulatorial supervisionada por profissionais experientes.

6. Que apoios vocês recebem para executar o projeto?

Daniel: Recebemos muito pouco apoio até agora; tenho divulgado o trabalho como posso, inclusive fazendo uma página em inglês do blog (www.riosacubrigade.wordpress.com), que tenho dado a conhecer em fóruns de acupuntura, inclusive o do Acupuncturists Without Borders. Agradecimentos vão para acupunturista Karin Tetlow, da Philadelphia, que nos mandou uma caixa de agulhas; a EBRAMEC, escola paulista, que nos enviou 1.000 agulhas e o Felipe Alves, que nos doou 3.000. Dada a ação da ANVISA, de confisco autoritário de um material que tem registro no órgão e venda liberada em todo território nacional, estou pedindo às pessoas que não doem mais agulhas.

Em Teresópolis, contei desde o início com o apoio da igreja católica, especialmente dos padres Thiago, da igreja de São Cristóvão, em Fonte Santa, e Jorge, da igreja de Sto. Antônio, no Alto, agora temos um ambulatório permanente. Um acupunturista de SP, Enomoto Jóji, esteve conosco na manhã de domingo dia 13/02 para ajudar nos atendimentos; Cátia Raposo, uma acupunturista experiente do Rio de Janeiro, esteve conosco no sábado dia 11 no abrigo Recomeçar, atendendo e acompanhando o trabalho.

7. Você considera o engajamento social como ato inerente à filosofia que influencia a acupuntura? Fale-nos um pouco sobre isso.

Daniel: Várias correntes de pensamento influenciam a acupuntura. Não saberia citar uma fonte ou uma passagem de um clássico que dissesse que o exercício ético da medicina se dá no engajamento social, embora esta seja minha crença pessoal e minha ação. O fato é que, na escrita logográfica chinesa, tanto a noção de virtude “de”, mais associada ao taoísmo, quanto a noção de  benevolência “ren”, mais ligada ao confucionismo, têm elementos que indicam “outro”, “dois” ou “dirigir-se ao outro”.

8. Como a sociedade tem recebido o projeto?

Daniel: O projeto ainda está começando; a tragédia ainda não fez dois meses e, infelizmente, ainda são poucos os que ouviram falar da nossa iniciativa. Para muitos pacientes é o primeiro contato com uma medicina que é eficaz sem usar remédio e eles estão muito entusiasmados.

9. Como os acupunturistas vêm recebendo o projeto?

Daniel: Graças ao apoio da Roberta Blanco, anteriormente presidente do SINDACTA,  e do Dennis Linhares, da diretoria do CRAERJ, os associados dessas instituições foram informados da nossa existência por e-mail e pelos respectivos sites. Várias pessoas entraram em contato comigo e talvez se agreguem ao grupo. Aqui, novamente, enfrentamos o problema da divulgação da iniciativa: pouca gente sabe do trabalho, inclusive entre os colegas de classe.

10. Mande uma mensagem para quem te lê e tem interesse em ajudar, seja com a acupuntura, seja do modo que puder, à Brigada e em casos como esse.

Daniel: Numa situação como essa toda ajuda é bem-vinda: doações são necessárias, mas depois de algum tempo tendem a rarear:  é importante não deixar a bola cair, pois já começam a faltar produtos de limpeza e higiene pessoal. Quem pode estar presente nos locais afetados logo encontra trabalho para fazer, especialmente quem tem carro – sempre se está precisando de um para levar um doente ao hospital, levar donativos para localidades distantes etc.

Quanto à Brigada Serrana de Acupuntura, convido a todos os interessados em conhecer e acompanhar o trabalho a visitar o blog www.acupunturanaserra.wordpress.com, onde há uma descrição detalhada do nosso dia-a-dia e das origens da idéia. Acrescentei, também, descrições dos tratamentos que foram feitos e seus resultados, tudo isso com fotos e vídeos ilustrativos. Quem tem blogs pode nos dar uma ajuda importante fazendo o link para nossa página, para melhorar nossa posição nos motores de busca; todos os posts tem um botão “curtir” do facebook, o que também agrega valor. Fortalecer essa página nos ajuda, inclusive, a buscar apoios para que a iniciativa não desapareça e possa mesmo se expandir para as outras áreas afetadas.

*   *   *

Cópia da entrevista autorizada desde que citada a fonte (agradecemos por links). Imagens originais do Blog da Brigada Serrana de Acupuntura, republicados aqui sob autorização de Daniel Luz.

SINDACTA anuncia nova diretoria e inicia o ano com sede nova e muitas outras novidades

3 março, 2011 às 8:57 am | Publicado em atividades, notícias | Deixe um comentário
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O  SINDACTA – Sindicato de Acupuntura e Terapias Afins do Estado do Rio de Janeiro, realizou em fevereiro sua Assembléia Ordinária, e entre outros assuntos elegeu sua nova diretoria:

Fernando Lyra Reis é o novo presidente do Sindacta, tendo Walter Galvão como seu Vice-Presidente. César Galvão agora acumula as funções de tesoureiro e secretário. Roberta Blanco agora compõe o Conselho Fiscal, ao lado de Arnaldo V. Carvalho e de Maria Cristina Hentzy Soares.

Animado, o grupo que participou da Assembléia foi surpreendido pelo anúncio da nova sede, que agora passa para a Tijuca, em local privilegiado, contando ainda com sala de aula, estrutura de recepção, etc. Um ambiente privilegiado, graciosamente compartilhado pelo companheiro César Galvão.

Entre outras notícias, o anúncio de um novo site e blog iniciando já em março, com a infra-estrutura, modernidade e sobriedade que o SINDACTA merece.

O Sindicato, que vem trabalhando arduamente pela regulamentação da acupuntura, para esse ano pretende expandir suas ações, incentivando a união entre acupunturistas, organizando eventos para profissionais da área e das demais profissões representadas. Ano passado o Sindacta teve papel decisivo nos Enapeas, encontros de profissionais e estudantes de acupuntura ocorridos em diversos estados e que discutiram os rumos da profissão no Brasil. Para este ano, os Enapeas certamente tomarão maior vulto, mas não só. Através de acordos e parcerias já em trâmite, o Sindacta ampliará os benefícios a seus membros.

Assine o Blog do SINDACTA e fique pro dentro de tudo o que acontece no Sindicato Oficial dos Acupunturistas, Shiatsuterapeutas e Afins!

 

*  *  *

O SINDACTA representa legalmente: a Acupuntura, o Shiatsu, Tui Na, Anma, Moxabustão, Craniopuntura, Qi Gong, Auriculoterapia, Quiroacupuntura, Koryo Sooji Chim, Fitoterapia Chinesa, Cromopuntura, Eletroacupuntura, Ryodoraku, Manaka, Akabane, Laserpuntura.

Atenção! Não existe outra entidade constituída junto ao Ministério do Trabalho, que possa legalmente defender estas categorias dentro do nosso Estado.

Seja um defensor ativo e participativo da sua profissão: a de ACUPUNTURISTA ! Saiba como

Pesquisa mostra como acupuntura recupera a espinha dorsal

28 abril, 2010 às 1:31 pm | Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

O Globo

Ratos com a espinha dorsal danificada podem andar novamente graças à acupuntura. Mas isso não se deve à energia do ambiente ou à manipulação do “chi” (a energia vital). Na verdade, o tratamento ancestral teria parado a morte de células nervosas reduzindo sua inflamação. As credenciais científicas da acupuntura estão crescendo. Testes recentes mostram como ela melhora funções motoras e sensoriais em pessoas com lesões na medula espinhal. Para descobrir o motivo, Doo Choi e seus colegas da Universidade de Kyung Hee, na Coreia do Sul, provocaram lesões na medula de 75 ratos. Um terço recebeu acupuntura em duas regiões: shuigou (entre o nariz e a boca) e yanglingquan (nas patas traseiras). Outros não receberam tratamentos, ou apenas tiveram aspectos “semelhantes à acupuntura”. Após 35 dias, o grupo efetivamente tratado era apto a andar melhor. O uso de tinta em suas patas revelou que sua coordenação motora era consistente, enquanto os outros ratos ainda arrastavam suas patas. Os animais assistidos com acupuntura registraram menos mortes de células nervosas e níveis mais baixos de proteína que induzem inflamações após lesões na medula espinhal, piorando os danos neurais. Uma explicação para isso é que as agulhas afiadas levam ao estresse como resposta, o que atenua a inflamação. Em humanos, a inflamação que acompanha a lesão medular é conhecida por ser responsável pela morte de células nervosas. Zhen Zheng, do Instituto Real de Tecnologia de Melbourne, elogiou os resultados da pesquisa, mas ainda não sabe se ela seria válida entre humanos. O tratamento feito com ratos começou imediatamente após as lesões, mas muitos pacientes não procuram acupuntura antes de, pelo menos, três anos do dano à medula espinhal.

Acupuntura pode aliviar dor de cólicas menstruais, mostra estudo coreano

18 fevereiro, 2010 às 3:51 pm | Publicado em 1 | Deixe um comentário

Reuters

HONG KONG – A acupuntura pode ajudar a aliviar cólicas menstruais, distúrbio que atinge cerca de 50% das mulheres em idade reprodutiva em todo o mundo. Na análise de 27 estudos feitos com mais de 3 mil mulheres, pesquisadores coreanos descobriram que as agulhadas podem ser mais eficazes do que analgésicos e suplementos naturais.

“Temos agora bastante evidência de que a acupuntura pode ser usada para tratar a dor, pois ela estimula a produção de endorfinas e serotonina no sistema nervoso central”, divulgaram em nota os pesquisadores do Oriental Hospital at Kyung Hee University Medical Centre, na Coreia do Sul.

O estudo, que foi publicado na última edição do periódico “Journal of Obstetrics and Gynaecology”, mostra que, comparado aos analgésicos convencionais e os suplementos naturais, a acupuntura diminui a dor de forma mais eficaz. O órgão americano National Institutes of Health (NIH) recomenda a acupuntura como uma das formas de controlar a dor causada pelas cólicas.

GATO MARACAJÁ E MACACO SON-GOKUU

30 janeiro, 2010 às 9:41 am | Publicado em 1 | Deixe um comentário

“A onça sendo grande e desajeitada pediu para o gato Maracajá ensiná-la uma forma eficiente para ela se locomover com mais destreza e dinamismo. O gato a ensinou a dar pulos acrobáticos, fazer tocaia e a onça foi treinando… Um belo dia, a onça deu um pulo em seu professor a fim de comê-lo e ele correu e deu um pulo totalmente desconhecido. Então a onça exclamou: – “Poxa, gato, este pulo aí você não me ensinou !!!” Aí o gato respondeu:- “Se eu tivesse ensinado, você teria me comido”. Moral da estória: os acupuntristas não tiveram ao longo do tempo a sabedoria do gato Maracajá. Não reservaram o trunfo, entregaram várias receitas de bandeja para os médicos que, hoje, só os reconhecem quando fazem a faculdade de Medicina.” Este pequeno conto, citado na entrevista da Senadora Marina Silva no Jornal de acupuntura (www.cieph.com.br) ilustra o momento atual da acupuntura no Brasil. Entretanto, pela sua limitação histórica e geográfica, a Senadora mostrou desconhecimento a respeito da categoria dos acupuntores originais independentes, os verdadeiros gatos maracajás. Os personagens que aparecem neste conto foram apenas a onça pintada de médico e os diversos terapeutas, as onças pintadas de acupunturistas. Até mesmo pelo desconhecimento da amplitude do universo da acupuntura, as onças pintadas passaram a disputar algumas receitas de bandeja. Mesmo com estas poucas receitas, a Ordem médico-científica ficou deslumbrada e resolveu desbancar os outros para ser o seu dono exclusivo. O mundo da acupuntura tem uma existência milenar, durante a qual aperfeiçoou a profissão do acupuntor original e independente. O universo de conhecimento acumulado dos acupuntores originais é tão amplo que não cabe dentro de uma determinada divisão da ciência, seja médica, fisioterapêutica, psicólógica, enfermeira, etc… Não há como delimitar a acupuntura como complemento de atividades das profissões atualmente existentes no ocidente. O médico acupunturista, o fisioterapêuta acupunturista, o psicólogo acupunturista, os terapêutas alternatives acupunturistas, fazem da acupuntura apenas um complemento das suas práticas. E percebendo a eficácia terapêutica da acupuntura, mesmo com o seu conhecimento parcial, passaram a travar disputas deste conhecimento. O acupuntor original, assim como o gato maracajá, se escondeu, não transmitiu os segredos mais importantes. Vale dizer que nem há como transmiti-los todos, de tão amplo que é o universo da acupuntura. Aliás as diversas onças pintadas se perderam na disputa pelo poder e não enchergaram ainda o tamanho o universo que tentaram incorporar. Quero ilustrar este momento da disputa pela acupuntura com o seguinte conto budista do macaco Son-Gokuu, cuja estória inspirou o mangá e desenho animado “Dragon Ball”. O macaco Son-Gokuu foi crescendo, adquirindo os conhecimentos e habilidades humanas, e junto com isso muitos poderes fantásticos. Usava um bastão que crescia e diminuía de acordo com a sua vontade. Dominava a núvem denominada “Kinto-un” e voava montado nela para qualquer canto do mundo. Adquiriu o poder para transformar cada um dos seus pelinhos em objetos que desejasse. Com tantos poderes resolveu desafiar o imperador. Lutou e derrotou os seus exércitos. Já não restavam mais forças que defendesse o Imperador. Este então pediu ajuda ao buda Shakha-Muni. O Buda prontamente aceitou conversar com o macaco Son-Gokuu. – Gokuu é o seu nome ? deixe-me saber um pouco sobre você. – Que monge é este ? de onde você é ? – Gokuu, estou te perguntando primeiro. Onde você nasceu, como é que você veio parar aqui ?” – Gokuu então contou a sua vida, desde o nascimento, o aprendizado sobre todos os seus poderes e conhecimentos. O Buda Shakha-Muni riu e comentou. – O Imperador viveu mais de cem milhões de anos. Aprendendo e se aperfeiçoando para chegar ao que é. Você, macaco que qcaba de aprender as coisas, não é adversário para ele. – Aprendi todas as 72 transformações, sei também voar sobre as nuvens. E num instante consigo voar oito mil léguas. Duvido que alguém me alcance. – Então Gokuu, vamos fazer uma aposta. – Que aposta ? – Se você conseguir sair desta minha palma da mão converso com o Imperador para te passar o Trono deste mundo celestial. Que tal ? -Que tarefa mais fácil. Está me subestimando. Desta palma da mão tão pequena, saio num pulo. Chamou a núvem Kinto-um e saiu voando. Voou, cruzou as montanhas, mares, continentes, um dia inteiro, à noite e chegando de madrugada avistou cinco enormes torres. Se aproximou delas e concluiu: Estas devem ser as Torres do fim do mundo. – Bem, vou assinar o meu nome para comprovar que cheguei até aqui.” – Arrancou um pelo, trnasformou num pincel e escreveu seu nome. Aproveitou para urinar no pé de uma das torres. Apanhou a nuvem Kinto-un e voou de volta. No meio do caminho escutou uma voz estrondosa vindo do céu. – Pare com a brincadeira, Gokuu. – Que voz é esta, onde você está ? E viu um enorme rosto no horizonte, era o rosto do Buda Shakha-Muni. – Eu fui até o fim do mundo, onde encontrei umas torres e como prova assinei ali o meu nome, Se duvida venha comigo. – Nem preciso ir. – Por que ? – Veja onde você está, veja a palma da mão. – O que é isso ? O que aconte ? – Gokuu viu que estava sobre a palma da mão do Shakha-Muni, e no seu dedo médio a assinatura do seu nome. Além disso, na base do dedo, uma mancha molhada. – Envergonhado Gokuu chamou de novo a núvem para fugir. Mas Shakha-Muni, bravo, apanhou Gokuu pelo colarinho e o confinou debaixo da Serra dos cinco elementos. Gokuu foi condenado a viver 500 anos em confinamento e reflexão. Mitologias, parábolas e contos fazem parte do ensino cultural e arquetípico no oriente para formar o homem sábio, simples e respeitador. Quem sabe o ensino no Brasil, com acesso às mais variadas culturas do mundo, desde as sabedorias dos indios – povos ancestrais – até as do extremo oriente, passando pelos povos e culturas de todos os continentes, venha a se redirecionar mais para a formação de sábios íntegrais e humildes e menos de intelectuais divididos, aficionados por honrarias e poderes.

Yoshihiro Odo Acupuntor Set/2003 Rua Fradique Coutinho, 171 Pinheiros – SP CEP:05410-010

Tel: (0111)3081-9969

yoshiodo@terra.com.br

Medicina se rende à prática da meditação

8 janeiro, 2010 às 7:07 pm | Publicado em 1 | Deixe um comentário

por Ricardo Westin

O Ministério da Saúde baixou portaria incentivando postos de saúde e hospitais a oferecer a técnica em todo o País.
Em fevereiro, a agência do governo dos EUA responsável pelas pesquisas
médicas (NIH, na sigla em inglês) reconheceu formalmente a meditação como prática terapêutica que pode ser associada à medicina convencional. Em maio, o Ministério da Saúde brasileiro baixou uma portaria em que incentiva postos de saúde e hospitais públicos ao oferecer a meditação em todo o País.

Essas ações governamentais são sinais da tendência de encarar a meditação não simplesmente como prática de bem-estar, que faz bem apenas à mente e ao espírito. Parar diariamente alguns minutos para se concentrar e se desligar do turbilhão de pensamentos que ocupam constantemente a cabeça também ajuda a manter a saúde física.

“A meditação é diferente da medicina convencional porque quem cuida de você não é o médico. É você mesmo”, explica a médica anestesista Kátia Silva, que coordena as atividades de meditação no Hospital Municipal Vila Nova Cachoeirinha, em São Paulo. Na cidade, 70% dos postos de saúde oferecem atividades da chamada medicina tradicional, que inclui acupuntura, tai chi chuan e meditação.
Relativamente recentes, as pesquisas começaram nos anos 70. Uma pesquisa com a palavra meditação no acervo online da biblioteca Nacional de Medicina, do governo americano, traz 1.400 estudos científicos.
Entre outros benefícios, meditar previne e combate a depressão, a hipertensão arterial, a dor crônica, a insônia, a ansiedade e os sintomas da síndrome pré-menstrual, além de ajudar a reduzir a dependência de drogas.
Esses estudos mostram que a meditação reduz o metabolismo – os batimentos cardíacos e a respiração ficam mais lentos e o consumo de oxigênio pelas células cai. É isso que dá a sensação de relaxamento e tranqüilidade.
As mesmas pesquisas sugerem que prática também interfere no funcionamento do sistema nervoso autônomo, que é responsável, por exemplo, pela liberação dos hormônios noradrenalina e cortisol durante os momentos de stress. Em quem medita, a duração dessas “reações de alarme” são mais curtas. Dessa forma, a pressão do sangue e a força de contração do coração ficam alteradas por pouco tempo, comprometendo menos a saúde.
Apesar de serem evidentes os benefícios, a ciência ainda não consegue entender completamente como a meditação age no sistema nervoso. “Uma das
dificuldades é o fato de não serem possíveis testes com modelos animais”, explica a bióloga Elisa Kozasa, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Segundo especialistas, mudanças podem ser sentidas logo nas primeiras semanas. A aposentada Maria Elza Lima dos Santos, de 60 anos, descobriu a meditação no Hospital Vila Nova Cachoeirinha. Ela vivia com crises de pressão alta, que passaram após quatro meses de práticas diárias. “Antes, eu era muito nervosa. A cabeça estava sempre cheia de problemas. Aí a pressão subia. Agora fico mais relaxada, sinto uma paz de espírito”, conta ela, explicando que no princípio teve dificuldades com a técnica, “Levei um mês para aprender a me concentrar.”
O obstetra Roberto Cardoso, autor de “Medicina e Meditação – Um Médico Ensina a Meditar” (MG Editores, 136 págs, R$ 26), diz que muitos profissionais de saúde ainda têm preconceitos. “Mas isso deve mudar. A meditação começa a trilhar os passos da acupuntura, que já é um recurso reconhecido pela classe médica.”
No Brasil, a instituição que mais estuda o tema é a escola médica da Unifesp, o que, segundo especialistas, ajuda a apagar a imagem religiosa e mística que normalmente se tem dos meditadores. A meditação não precisa ser necessariamente ligada a uma crença oriental.
Para que a meditação cumpra seu papel de medicina complementar e preventiva, o psicólogo José Roberto Leite, da Unifesp, explica que ela deve ser diária e constante. “É como comer ou fazer exercícios. Não basta uma semana para que você se mantenha saudável.”

Acesso à medicina não convencional cresce no SUS

6 janeiro, 2010 às 5:48 pm | Publicado em 1 | Deixe um comentário

Agência Saúde

O acesso gratuito a práticas de saúde como Homeopatia, Plantas Medicinais e Fitoterapia, Medicina Tradicional Chinesa (MTC/acupuntura) e Termalismo (uso de águas para tratamento de saúde) cresceu no Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2007, foram realizados 97.240 procedimentos de acupuntura e, em 2008, foram 216.616, crescimento de 122%. As práticas corporais, como Lian Gong e Tai Chi Chuam, também se tornaram mais acessíveis aos usuários. Em 2007, foram realizadas 27.646 práticas, enquanto, em 2008, o SUS contabilizou 126.652 – crescimento de 358%.

O aumento foi possível graças à Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), criada em 2006. O Ministério da Saúde garantiu acesso gratuito às práticas integrativas no país com a portaria de nº 971. A política recomenda ações e serviços no SUS, para a prevenção de agravos na saúde, a promoção e a recuperação, além de propor o cuidado continuado, humanizado e integral na saúde, com ênfase na atenção básica.

Essas práticas, que já eram realizadas no SUS antes da PNPIC, mas de forma tímida, ganharam força com a implementação da política nacional. Para se ter idéia, em 2000, foram realizadas 257.508 consultas em homeopatia. Já em 2007, foram 312.533. “Com a institucionalização das práticas não convencionais no SUS, muitos Estados e municípios tiveram suas ações fortalecidas. A PNPIC prioriza a promoção da saúde e promove acesso da população a práticas antes restritas a área privada”, analisa Carmem De Simoni, coordenadora da PNPIC.

Além disso, em 2006, o Ministério criou a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, que financiará seis novos medicamentos fitoterápicos neste ano. A partir de 2010, os postos de saúde poderão oferecer fármacos produzidos à base de alcachofra, aroeira, cáscara sagrada, garra do diabo, isoflavona da soja e unha de gato. Com isso, o número de fitoterápicos financiados pelo SUS passa de dois para oito. Os novos produtos – preparados a partir de plantas medicinais – são indicados para o tratamento de problemas como prisão de ventre, inflamações, artrite reumatóide e sintomas do climatério (veja matéria sobre o assunto).

Investimento

O investimento federal em consultas homeopáticas também foi incrementado: cresceu em 383%. Em 2000, o MS aplicou R$ 611.367,00 no custeio de consultas. Em 2008, investiu R$ 2.953.480,00. Além disso, só em 2008, foram realizados 25.751 procedimentos de moxabustão (procedimento que consiste no aquecimento dos pontos de acupuntura), com verba de R$ 84.649,00. Já o investimento em acupuntura teve incremento de 1.420%. Em 2000, foram gastos R$ 278.794,00 enquanto, em 2008, o recurso aplicado foi de R$ 3.960.120,00.

Com a política, os brasileiros têm acolhimento gratuito nas áreas de Medicina Tradicional Chinesa/Acupuntura, Homeopatia, Plantas Medicinais e Fitoterapia. Eles são atendidos, principalmente, nas Unidades Básicas de Saúde e nos Núcleos de Apoio à Família (NASFs), além de hospitais.

Em 2004, antes da criação da política, o MS mapeou 230 municípios brasileiros que realizavam alguma prática. Em 2008, pelo menos 1.340 cidades oferecem alguma prática integrativa e complementar no SUS.

Vanguarda

A PNPIC inseriu o Brasil na vanguarda das práticas integrativas no sistema oficial de saúde. As experiências brasileiras são citadas em relatórios da Organização Mundial de Saúde que, desde 1970, incentiva os países a implementarem políticas na área. A política responde ao desejo da população manifesto nas recomendações de Conferências Nacionais de Saúde, desde 1988.

O Espírito Santo não possuía normas para a aplicação das práticas no estado, mas passou a contar com política estadual para com foco na homeopatia, na acupuntura, em plantas medicinais e na fitoterapia. Já Campinas, que conta com o Ambulatório Municipal de Homeopatia desde 1989 e um projeto de medicina tradicional chinesa incrementou o rol de atividades oferecidas. Estudo realizado pela Secretaria Municipal de Saúde da cidade indica a diminuição do consumo de mais de 74 mil antiinflamatórios por ano, após a implantação do Lian Gong (prática corporal da MTC).

Práticas integrativas e complementares em dados

• Em 2007, foram realizados 97.240 procedimentos de acupuntura com a utilização de agulhas e, em 2008, foram 216.616, um crescimento de 122%.

• As práticas corporais, como Lian Gong e Tai Chi Chuam também se tornaram mais acessíveis aos usuários. Em 2007, foram realizadas 27.646 práticas, enquanto, em 2008, o SUS contabilizou 126.652, um crescimento de 358%.

• Em 2000, foram realizadas 257.508 consultas em Homeopatia. Já em 2007, foram 312.533

• A partir do próximo ano, os postos de saúde poderão oferecer fármacos produzidos à base de alcachofra, aroeira, cáscara sagrada, garra do diabo, isoflavona da soja e unha de gato. Com isso, o número de fitoterápicos financiados pelo SUS passa de dois para oito

• O investimento federal em consultas homeopáticas cresceu em 383%. Em 2000, o MS aplicou R$ 611.367 no custeio de consultas, enquanto em 2008 investiu R$ 2.953.480,00

• Só em 2008, foram realizados 25.751 procedimentos de moxabustão (técnica da Medicina Tradicional Chinesa baseada nos mesmos princípios de energia trabalhados na acupuntura), com verba de R$ 84.649

• O investimento em acupuntura teve incremento de 1.420%. Em 2000, foram gastos R$ 278.794, enquanto, em 2008, o recurso aplicado foi de R$ 3.960.120,00.

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